SWU Music & Arts Festival

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Atações de hoje 11/10/2010

Tiësto


Já eleito melhor DJ do mundo, o holandês Tiësto é um dos nomes mais famosos da música eletrônica atual e número 1 do Top 100 da DJ Mag. Considerado o melhor DJ do mundo por três vezes seguidas pela imprensa especializada, ele foi o primeiro a apresentar-se ao vivo sozinho no palco e ganhou fama internacional com sua apresentação nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Em 2008, ganhou Grammy por “Elements of Life”, um de seus oito álbuns e quase uma centena de singles. Entre seus últimos remixes estão os hits Resistance, do Muse, Papillon, do Editors, Spaceman, do The Killers, Piece of me, de Britney Spears, e Lovestoned, de Justin Timberlake.



Linkin Park

* http://www.linkinpark.com/

O Linkin Park foi recentemente eleito pela SoundScan/Billboard a banda de Rock N° 1 em vendas da década. No decorrer dos últimos anos vendeu mais de 50 milhões de cópias no mundo todo, atingiu o topo das paradas com diversos hits, ganhou dois prêmios Grammy e conquistou milhões de fãs ao redor do planeta. Atualmente o Linkin Park está em estúdio gravando seu novo álbum, que será lançado em 2010. Além do projeto sem fins lucrativos Music For Relief, a banda criou o projeto Download to Donate for Haiti, uma iniciativa que tem como objetivo arrecadar fundos para o Haiti, país devastado por um terremoto de magnitude 7.0 que atingiu Port-au-Prince no dia 12 de Janeiro. Para mais informações visite http://www.linkinpark.com e http://www.musicforrelief.org



Pixies

* http://www.pixiesmusic.com/

Pixies, a “segunda melhor banda de Boston”, vem tocar o clássico “Doolittle” no Brasil

O álbum “Doolittle” completou 20 anos e ganhou homenagem de seu criador. A banda americana Pixies saiu em turnê mundial em que mostra ao vivo as canções de seu disco clássico, e o Brasil foi incluído com o show no SWU, no dia 11 de outubro.

A vinda do grupo chega precedida por uma atitude de engajamento. Em junho deste ano, o Pixies cancelou o show que faria em Israel como forma de protesto ao ataque do exército israelense a uma frota que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

Restou aos fãs israelenses compartilhar com os do resto do mundo o EP “Live Sampler”, que está disponível no site oficial do quarteto (www.pixiesmusic.com). O trabalho registra um trecho de um dos shows da turnê que celebra o 20° aniversário de “Doolittle”, realizado no Le Zenith, em Paris, e tem as músicas “Dancing The Manta Ray”, “Monkey Gone to Heaven”, “Crackity Jones” e “Gouge Away”.

O Pixies não tem disco de inéditas novo para mostrar, mas está numa onda de gravar todos os shows que faz. Em setembro de 2010, o grupo vendeu uma série limitada de apresentações ao vivo. Em cada uma constava a data e o local do concerto.

É a segunda vez que o Pixies vem ao Brasil, mas a primeira que se apresenta no Estado de São Paulo. “Doolittle” é o disco em que o Pixies gravou “Here Comes Your Man”, seu maior sucesso comercial. Tal sucesso fez com que o grupo formado por Black Francis (voz e guitarra), Joey Santiago (guitarra), Kim Deal (baixo) e David Lovering (bateria) fosse um dos principais nomes a cruzar a ponte do indie para o mainstream. Mas é como banda do cenário indie que o Pixies é ainda idolatrado e influencia bandas do mundo todo desde seu surgimento, em Boston, há 24 anos.

Em agosto de 2010, o jornal “Boston Globe” elegeu os 25 melhores grupos ou artistas da música pop de todos os tempos que nasceram ou surgiram na cidade ou nas redondezas. O Pixies ficou em segundo lugar, só perdendo para o Aerosmith.

Formação

Black Francis (voz e guitarra)

Joey Santiago (guitarra)

Kim Deal (baixo)

David Lovering (bateria)

Discografia

“Come on Pilgrim” (EP, 1987)

“Surfer Rosa” (1988)

“Doolittle” (1989)

“Bossanova” (1990)

“Trompe Le Monde” (1991)


Queens of the Stone Age

O SWU Music and Arts Festival, confirma mais um nome que está entre os mais aguardados do festival: Queens of the Stone Age. A banda dos hits “Little sister”, “No One Knows” e “Song for the Dead” vai se apresentar no dia 11, junto com Linkin Park, Avenged Sevenfold, Cavalera Conspiracy, Pixies e Yo La Tengo, entre outros.

Com cinco álbuns de estúdio e um ao vivo lançados desde sua formação, no fim dos anos 90, a banda volta ao Brasil nove anos depois, no momento em que comemora os 10 anos do álbum “R”. Lançado neste mês em uma versão de luxo, o disco duplo nomeado de “Rated R” não só traz as mesmas faixas de R, mas também revela alguns “B-sides” da banda, covers e versões ao vivo como “Monster in the Parasol”. O álbum é considerado um dos mais relevantes dos anos 90. Entrou na seleção dos 100 discos mais importantes da década da revista Rolling Stone e teve quatro indicações ao Grammy.

Os outros também aclamados discos da banda “Queens of the Stone Age” (1998), “Songs for the deaf” (2002) e “Lullabies To Paralyze” (2005) firmaram sucessos da banda e contaram com a participação de diversos músicos que fizeram parte do grupo. Na gravação de Songs for the Deaf, Dave Grohl, do Foo Fighters, assumiu a bateria, e na época do “R”, Mark Lanegan, do Screaming Trees, banda da qual o vocalista Josh Homme fez parte, assumiu a segunda voz. Hoje, além do líder e vocalista, a banda conta com Troy Van Leeuwen, (guitarra, baixo), Joey Castillo (bateria), Michael Shuman (baixo) e Dean Fertita (teclado). O último hit do QOTSA é Make it wit Chu, do álbum Era Vulgaris, de 2007.



Incubus

* http://www.enjoyincubus.com/us/home

A mistura de rock, hip hop e elementos eletrônicos diz tudo sobre o Incubus. De alternativa a um gênero inclassificável, a banda – formada em 1991 pelo vocalista Brandon Boyd, pelo guitarrista Mike Einziger e pelo baterista Jose Pasillas, quando ainda frequentavam a escola – alcançou sucesso mundial com o lançamento do álbum “Make Yourself”. A crítica os aclamou e os fãs passaram a devotá-los. O vídeo da música “Drive” foi indicado a Melhor Videoclipe de Grupo no prêmio MTV Video Music Awards. A veia política do Incubus veio à tona no clipe “Megalomaniac”, de 2004, uma crítica ao ex-presidente norte-americano George W. Bush. Dois anos mais tarde foi lançado o CD “Light Granades”. Depois de rodar os Estados Unidos e o mundo, a banda se prepara para desembarcar no Brasil trazendo na bagagem seus maiores hits e uma performance de tirar o fôlego.



Avenged Sevenfold

* http://www.avengedsevenfold.com/

Quando seu pesadelo torna-se real…

Os membros do Avenged Sevenfold estavam trabalhando a todo vapor no disco de suas vidas. Então, em um instante, suas vidas mudaram. The Rev morreu. Eles não perderam um baterista, mas um membro da família – um cara que era o melhor amigo do vocalista M. Shadows desde a segunda série na cidade de Orange County em Huntington Beach, e do guitarrista desde a quinta série. Rev se firmou como um dos bateristas mais impressionantes no rock e era adorado não só pela banda, mas por sua família que extendia-se e incluia fãs, desde os primeiros fãs locais quando o Avenged Sevenfold começou há mais de uma década, aos milhões que agora curtem seus discos e estiveram em seus shows memoráveis pelo mundo.

Nightmare, o álbum que a banda trabalhava quando Jimmy Sullivan morreu no final de dezembro, já estava tomando o formato de uma obra-de-arte dark, um conceito de disco que traçava uma jornada de loucura, desespero e sim, morte. As músicas uniram tudo o que o Avenged Sevenfold fez anteriormente em um prisma visionário, trazendo de um lado, um novo ponto de vista e de outro uma intensidade mais concentrada. Eles já foram ao cume da jornada do indie metal-and-beyond com seu debut Sound the Seventh Trumpetem 1999 (gravado quando os membros só tinham 18 anos), através do constante e supreendente, eles destruíram fronteiras com o City of Evil (2005), e Avenged Sevenfold (2007), que fez com que esses cinco amigos se tornassem uma força de rock global, com toda energia que foi gerada por esses garotos em seus shows (mostrado no lançamento CD/ DVD de 2008 Live in the LBC & Rough Diamonds). Mas agora, vida real – perda real – — isto quase se tornou trivial. Mesmo continuar trabalhando no disco pareceu impossível, sem importância para Shadows, os guitarristas Synyster Gates e Zacky Vengeance, e o baixista Johnny Christ.

“Íamos ver se conseguiamos escrever uma ou duas músicas,” disse Shadows nos que dias que seguiram após a morte de Rev. “mas não conseguimos. Não tínhamos cabeça para isso. Sentados lá, tentando imaginar progressões de acordes e partes de guitarra, pareceu ridículo.”

Mas a banda logo percebeu que era impossível não continuar, isso seria quase que uma traição com o legado de Rev e seu amor por ele. Ele fez um papel importantíssimo na composição e elaboração das faixas que foram demo do disco, e justo quando faltavam poucos dias, ele morreu, ele teria completado sua última conquista, expondo cruamente suas emoções na música “Fiction” que agora parece ter previsto sua própria morte a mostrado a seus amigos que de certo modo, eles teriam que continuar sem ele.

A maioria das letras foi reescrita, o baterista Mike Portnoy (da banda Dream Theatre) foi trazido para fazer o que, em teoria, era inimitável, o produtor Mike Elizondo (Dr. Dre, Eminem, Regina Spektor) ficou para ajudar todos a se erguerem nessa ocasião transcendental “Nightmare” (o primeiro single), “Welcome To The Family,” “Buried Alive,” “God Hates Us,” “Victims,” o épico final “Save Me” – músicas terminadas antes e depois da tragédia – todas tomaram nova profundidade de emoção e significado. Synyster Gates ficou emocionado ao escrever a letra pela primeira vez, expondo seu luto em “So Far Away.” E Nightmare se tornou verdadeiramente o disco de suas vidas, ele se tornou literalmente o disco da vida e conquistas de anos de Rev documentando as experiências mais intensas e pessoais que qualquer um possa imaginar.

“É sobre o que estávamos sentindo naquela hora e continuamos sentindo,” disse Shadows. “Quando acontece pela primeira vez. É muito mais intenso. Agora percebo que temos que viver com isso, que nunca vai mudar. O disco está muito diferente, se não tivéssemos expressado isso logo quando aconteceu. Estávamos mais vulneráveis e queríamos mostrar isso”.

Sinos tristes abrem a primeira música “Nightmare,” rapidamente colocados de lado pela bateria furiosa de Portnoy, inspirado pela aparente batida incomparável do Rev, logo seguida das loucas guitarras de Gates e Vengeance e antes de Shadows invocar o labirinto mental desnorteante do título. Enquanto há um vazio natural por todo o disco – We all have emptiness inside, we all have answers to find, but you can’t win this fight, ele canta em “Welcome To The Family” – há também um grande senso de auto descoberta, epifanía e redenção não só nas letras, mas no escopo da inventiva, se tornando música.

Duas músicas que rapidamente se tornaram âncoras do disco foram “Buried Alive” e “Victim”, a primeira um antigo grito de angústia e desespero, a segunda procurando significado na perda, com altíssimas variações gospel & soul de toques vocálicos, sem a utilização de palavras, feitos por Clare Torry, lembrando Dark Side of the Moon do Pink Floyd.

“‘Victim” “é sobre o dia que soubemos” disse Shadows, que estava viajando quando soube. “Eu voltei, preso no trânsito, chorando, conversando com sua mãe, E todos vieram para minha casa. Então, é sempre assim, todos juntos. Muito profundo, mas transparente ao mesmo tempo. Descrevendo tudo, sem segurar nada. Fizemos isso de tantos jeitos neste disco. Syn escreveu ‘So Far Away,’ uma carta aberta a ele, e ‘Buried Alive’ é sobre como estávamos nos sentindo naquele momento — Can’t breathe, the whole world has changed.”

“Fiction” era a música que Rev tinha acabado de terminar, que ajudou a acabar com qualquer dúvida sobre continuar.

“Ele não gostaria que parássemos, e se fosse qualquer outro de nós, seria a mesma coisa”, disse o baixista Christ. “Principalmente já que ele tinha escrito a música. ‘Fiction’ é 100% dele. Você quer que as pessoas ouçam o quão brilhante Jimmy realmente era, suas composições, assim como sua bateria. Muitas pessoas sabiam como ele era incrível como baterista, mas poucos sabiam o papel dele nas composições.” “Fiction” representa uma parte muito emocional do disco, mesmo que o título seja tristemente irônico. As palavras são ao mesmo tempo perturbadoras e consoladoras:

“Eu sei que você vai encontrar seu caminho, não estarei com você essa noite” escreveu Sullivan.

“Esta música prova que cada aspecto de nosso amigo e cada aspecto do Avenged Sevenfold é mais que uma banda comum”, disse Vengeance. “Jimmy, que era um cara talentoso, compôs uma das músicas mais visionárias, basicamente despedindo-se de todos, terminando dias antes de morrer e ele queria que ela se chamasse ‘Morte’. É uma música diferente de tudo o que já ouvi. Isso é o que chamamos de verdadeiro artista, que tentou criar algo nunca antes realizado, de um modo que toca as pessoas, e sua voz está nela, a única música no disco com sua voz.

E é com “Save Me” que o disco – e a banda – vão ainda mais longe e fundo do que nunca, enquanto que ao mesmo tempo, completam o ciclo das raízes e emoções cruas dessa aventura que é a vida. “É minha música favorita,” disse Shadows. “Muito Rush, Dream Theater, mas com nossas peculiaridades. Nós não tocamos muito e tentamos manter o foco. Se vai fazer uma música de 11 minutos, você não pode entediar as pessoas. O riff é o primeiro riff que fizemos para essa música. Aquela coisa do dund-dund-dund , Jimmy estava tocando aquilo, uma coisa de tocar brincadeira. A mais legal de todas, aquele padrão kick-drum e quando ele acelera a caixa, por todo o lugar. Nós tentamos escrever a música para que ela se encaixasse. Jimmy escreveu a maior parte da música – era de 15 minutos e nós começamos a reduzir. Foi na primeira que escrevemos e a última que terminamos. Tínhamos que chegar ao ponto onde tudo funcionava. Estou tão orgulhoso disso. O final é difícil de ouvir, mas é perfeito. Se você ouvir e continuar de volta para o começo de ‘Nightmare,’ você completa o ciclo.”

Como um todo, o disco se baseia em tudo, desde as primeiras influências e inspirações que uniu os músicos em suas juventudes ao vasto espectro de preferências que esses amigos desenvolveram durante todos esses anos, alcançando muito além dos universos do rock e punk que alguém possa esperar.

“Não seríamos o Avenged Sevenfold se não tivéssemos experimentado todo tipo de música nos nossos cérebros,” disse Gates. “Vindo de um background onde ouvindo tanta música e tendo músicos que as entendem, e podem entrar na cabeça dessas pessoas tocando nesses discos e produzindo. Essa banda tem talento para isso. Quando vamos para outros gêneros, acontee naturalmente. Nós vivemos e respiramos isso. Músicas tipo ‘Fiction’ – é uma despedida completa. Para mim, isso é um pouco do Jimmy e eu quando éramos crianças, foi como o conheci. Músicas tipo ‘Tonight The World Dies,’ é devagar, mas não é uma balada. Nós crescemos ouvindo Stone Temple Pilots e Alice In Chains, coisas do tipo. Então você tem ‘Save Me,’ a música perfeita do Avenged Sevenfold”. “Sem dúvidas quanto a ela se tornar uma futura favorita dos fãs.”

Os dois Mikes – Elizondo e Portnoy – cada um transcende qualquer coisa convencional em suas participações, indo além do esperado. Elizondo já estava a bordo quando os trabalhos formais começaram, bem antes da morte do Rev. Para alguns, pareceu uma mistura estranha, mas não para a banda. “Ele nos procurou, querendo fazer um disco como fã da banda e como músico,” disse Vengeance. “seu repertório consistia na sua maioria de rap, um pouco de country, pop, hip-hop.”

Foi aquela vasta experiência, e o fato de suas experiências virem de fora do metal, que conquistou o Avenged. O artista que a banda mais admirava, ele adiciona, fez questão de irmos além das fronteiras em nós mesmos. Então uma jogada assim pareceu perfeita.

“Para nós, é como nos rodear de pessoas que amamos, e pessoas apaixonadas pelo Avenged Sevenfold. Todas as pessoas que com quem trabalhamos são antes de tudo fãs, e Mike é um grande fã da banda” disse M. Shadows. “Ter alguém que trabalhou com Eminem e Dr. Dre chegar e dizer, ‘eu realmente amo sua banda’, significa que temos algo mais a oferecer. Não somos uma banda de metal clichê. As pessoas entendem que estamos tentando fazer algo diferente, arriscando. Mas principalmente é sobre ser real e usar todas as nossas qualidades, e ele entendeu isso. Ele veio e pôde passar um tempo conosco enquanto trabalhávamos nos disco com o Jimmy, ele viu quão mágico o Jimmy era. Quanto ele era amoroso, carinhoso, engraçado e, obviamente, um dos melhores bateristas que a Terra já viu, ele sentiu nossa união.”

Portnoy entrou num território particularmente perigoso, tanto em termos de emoções e expectativas de banda e fãs. Mas por ser um fã tanto da banda quanto do Rev, ele chegou com respeito que se comparou ao seu imenso talento.

“Mike é um cara muito legal, um meio de passarmos o legado do Jimmy para a disco,” disse Gates. “Ele disse, ‘Vou passar três dias passando três ou quarto vezes cada música. Acabou em duas semanas e meia, e ele terminou com um sorriso. Ele ficou, compartilhou estórias. Ele foi nosso cavaleiro de armadura reluzente.”

Vengeance completa, “Ele realmente nos ajudou muito, certificando que cada nota era digna do Jimmy, não se desculpou, ele disse que era assim que devia ser feito, nota por nota, do jeito que foi idealizado. Foi um verdadeiro prazer estar ao lado dele, um verdadeiro fã de música e de nossa banda.”

Nightmare marca o começo de uma nova era para o Avenged Sevenfold, o que será ninguém pode prever.

“Isso é desconhecido,” disse Christ. “não posso dizer o que vou sentir amanhã, queremos mostrar isso numa tour, e então fazer o nosso melhor para levar e continuar o legado. A meta de hoje em diante, quando dissemos que iríamos fazer esse disco, não faríamos meia boca. É o disco do Jimmy e os fãs vão adorar, e queremos que todos entendam o que aconteceu no processo.”



Cavalera Conspiracy

* http://www.cavaleraconspiracy.com/

Reunião de peso movimenta o SWU no dia 11

No dia 11 de outubro o SWU vai promover uma reunião que demorou 12 anos para acontecer. É nessa data que o Cavalera Conspiracy se apresenta no festival, em seu primeiro show no Brasil. O projeto juntou novamente os irmãos Max e Iggor Cavalera, que tocavam no Sepultura, brigaram e foram cada um para um lado. A paz voltou a reinar em 2008, quando eles decidiram que poderiam acertar suas diferenças fazendo heavy metal em nova parceria. A decisão gerou o álbum “Inflikted”.

Para gravar o CD e colocar o Cavalera Conspiracy no circuito, recrutaram o guitarrista Marc Rizzo, do Soulfly, grupo de Max pós-Sepultura. O baixista Joe Duplantier completou a formação. O disco saiu com 11 faixas, entre elas “The Doom of All Fires” e “Hearts of Darkness”. Além de compor todos os temas, Max assinou também a produção do álbum.

“Inflikted” apareceu na lista dos 50 discos mais vendidos em vários países da Europa, continente em que Max, por conta da carreira no Sepultura e no Soulfly, é bem conhecido. Na Alemanha e na Áustria, por exemplo, o CD chegou ao 27º lugar.

Dois anos depois, a banda desembarca no Brasil após passar um tempo no estúdio. A trupe se trancou para trabalhar nas canções de seu segundo disco. Além do privilégio de trazer o CC ao país, o SWU ainda pode servir de palco para que Max e Iggor mostrem músicas inéditas.

Formação

Max Cavalera: vocais e guitarra

Marc Rizzo: guitarra

Joe Duplantier: baixo (nas gravações)

Johny Chow: baixo (nos shows)

Iggor Cavalera: bateria

Discografia

“Inflikted” (2008)


Yo La Tengo


* http://www.yolatengo.com/

Veterano da cena indie dá lição de rock alternativo no dia 11

“Popular Songs”, título do novo álbum do Yo La Tengo, é uma grande ironia. Uma das bandas com mais tempo de carreira dentro do elenco do SWU é também um exemplo do que era ser indie em um tempo em que grandes gravadoras dominavam o mercado. O Yo La Tengo surgiu em 1984, nos EUA, com uma sonoridade que remetia ao Velvet Underground. O tom experimental agradou a crítica, mas nunca fez a banda vender muitos discos. Ao mesmo tempo, serviu para que o grupo se mantivesse na cena alternativa, sem se vender a modismos, o que garantiu sua longevidade.

Algo que o YLT sempre prezou foi o ecletismo de suas gravações. A combinação de folk, punk e improvisos instrumentais tornou seu som inqualificável. Pode ser ruim para quem gosta de rótulos, mas deu charme ao trabalho do casal Ira Kaplan (voz e guitarra) e Georgia Hubley, e, a partir de 1993, atraiu as atenções do Matador, um dos mais famosos selos de rock alternativo do mundo.

Outro detalhe sobre o Yo La Tengo é que a banda é de Hoboken, mesma cidade em que nasceu Frank Sinatra. Que ninguém estranhe, portanto, se em meio a tantas covers que o grupo gosta de fazer, principalmente para tocar nos shows, uma hora não surgir uma versão do casal Ira e Georgia para algum clássico do cantor.

Discografia

* “Ride the Tiger” (1986)
* “New Wave Hot Dogs” (1987)
* “President Yo La Tengo” (1989)
* “Fakebook” (1990)
* “May I Sing With Me” (1992)
* “Painful” (1993)
* “Electr-O-Pura” (1995)
* “I Can Hear the Heart Beating as One” (1997)
* “And Then Nothing Turned Itself Inside Out” (2000)
* “The Sounds of the Sounds of Science” (2002)
* “Summer Sun” (2003)
* “I am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass” (2006)
* “Fuckbook” (2009)
* “Popular Songs” (2009)


Rahzel

Indiscutivelmente, RAHZEL, conhecido como “Godfather os Noise”, redesenhou a linha que definia a arte de beat boxing. Ele aperfeiçoou sua técnica e emergiu como um verdadeiro virtuoso dentro do mundo da arte de beat boxing. Rahzel é capaz de reproduzir músicas completas, cantar os refrãos e proporcionar a melodia simultaneamente, além de improvisar imitações de qualquer som… impressionante!! Além disso, ele não toca nenhum instrumento, ELE É O INSTRUMENTO!!

Revista Billboard proclama

“Todo mundo deveria conhecer seus ritmos fascinantes… usando apenas seus lábios, bochechas, gengiva e gogó”. Ele reproduz músicas com muita precisão e detalhe. Sua reprodução de instrumentos e arcos de sons tem deixado seu público hipnotizado, se perguntando, “ele é de verdade”?

Rahzel teve sua estréia triunfal no lendário Showtime at the Apollo. Ele chocou o público com um repertório que tocou as memórias dos verdadeiros fãs de hip hop e assim foi capaz de seduzir o público mais crítico do mundo. Desde então, Rahzel é considerado a “Lenda do Apollo”. E com essa honra que lhe foi concedida, ele faz parte de um grupo composto pelos artistas mais amados na America.

Podemos ver que suas influencias musicais refletem sua apreciação pela arte de fazer música. Rahzel se inspira na linha de Bobby Mcferrin, Al Jarreau, George Benson, Take 6, Zap Mama (7), Doug E. Fresh, The Fat Boys, Biz Markie and Michael Winslow (Police Academy). Ele explica, “Sendo um percussionista vocal, eu quero criar uma linha entre diferentes tipos de música” e é isto que Rahzel tem feito. “Eu posso dizer honestamente que o mundo desenvolveu um grande respeito por beat boxing como arte”.

Embora Rahzel revelasse sua apreciação por vários estilos de música, sua linhagem e destino estão diretamente ligada ao hip hop.

Tendo crescido em Hollis, Queens, onde também nasceu Run DMC, Pepa e LL Cool J, e sendo de um sangue azul do hip hop, Rahzel admirava muito seu primo Rahiem, que fundou um dos grupos de rap mais importantes da história, o lendário Grand Master flash & Furious Five. “Eu me lembro de ter visto o Furious Five antes de conseguir ver por cima do meu portão, aquele tipo de influência foi incrível,” lembra Rahzel. “Em todo grande momento do hip hop eu estava lá, absorvendo os fatos que fizeram o hip hop de hoje”.

Longe de ser tímido, Rahzel está entretendo milhões de pessoas com o comercial da Pepsi e seu famoso comercial da Twix. Rahzel foi votado “Beat Box Mixer” da Verizon, o primeiro site que criou uma inovadora mistura entre um videoclip, um videogame e um “drum machine”.

Rahzel foi escolhido pela T-Mobile and Scion para apresentar uma série de grandes eventos pelos Estados Unidos. Desses eventos, alguns favoritos incluem o The John Legend Tour, patrociado pela Kool. A sua performance com o The Roots foi explosiva, esgotou os ingressos para o Radio City Music Hall, patrocinado pela Verizon, o Rock Corp Concert com Nick Cannon, Nelly, T.I., Kelis, e Young Jeezy, patrocinado por Boost Mobile, e também no Radio City Music Hall, além de outras performences no Lincoln Center.

Novamente Rahzel fez o impossível ao se juntar com Mike Patton (antigo líder do Faith No More) para montar a aclamada banda Peeping Tom. O álbum inclui a música “MOJO” com Rahzel e Dan the Automator (Gorilla’s). Peeping Tom está agora em seu tour internacional abrindo o show para The Who e Gnarles Barkley.

Rahzel teve sua estréia na grnade tela em “The Blues – Uma Jornada Musical” um filme produzido por Martin Scorcese, favorito da BET, “Preaching to the Choir” com Patti Labelle, Tichina Arnold e Eartha Kitt e dividiu o crédito pelas letras da trilha Sonora com Nona Hendryx. Ele se tornou um rosto familiar na MTV sendo apresentador da Semana Hip Hop, tendo emprestado seus talentos a Monc Blanc, American Express Blue, EA Sports’ video games – NBA Live 2000, 2004 e SSX Tricky.

Ele usou seu talento para fazer dublagens para Miramax Films – Bad Santa & Barbershop 2, o especial de documentários e reality shows da HBO, Cidade de Deus, Quarteto Fantástico, e como narrador de Brooklyn Babylon, de Mike Levin estrelando The Roots. Rahzel também se apresentou com Madonna em seu show no Live 8 e com Christina Aguilera em seu álbum “Back to Basics”. Você poderá ouvir Rahzel na trilha Sonora do filme “You’re Going to Prison” junto com músicos e escritores como Allen Elliot, Ray Parker Jr., James E. Gadson (lendário baterista da Mowtoen) e percussionista King Errisson. Rahzel pode ser visto também no Hip Hop Hold’em, um novo show de poker com o rapper The Game.

Outras participações incluem: The David Letterman Show, Last Call with Carson Daly, the Chris rock Show, 106 & Park da BET, o Sci Fi Channel, The Jimmy Kimmel Show, e Late Night com Conan O’Brien. Rahzel já recebeu 6 nomeações ao Grammy, e tem colaborações com Sean Paul, The Roots, Toots and the Mayatals e Björk. Rahzel aprendeu como alimentar sua criatividade. “Não podéamos levar nossos “turntables” para os vestiários e não podéamos levar nossos boom boxes para o colégio”. Então para dar as batidas aos jovens rappers, você tinha que ser muito bom em bater nas portas dos armários dos vestiários ou aprender a fazer música com sua boca. “Sou um perfeccionista, então se você fechar seus olhos, vai pensar que está ouvido um CD, rádio ou um instrumento.”

O incrível RAHZEL ocupa uma posição glorificada em hip hop, mas também se tornou a personificação de tradição musical, se tornando um fenômeno vocal e inspiração mundo afora. Um mestre apresentador, tendo produzido, escrito e/ou contribuído com dez álbuns ganhadores de disco de platina e ouro. Ele se apresentou, gravou e fez turnê com as super estrelas: The Who, Jay-Z, Queen Latifah, BB Kind, Everlast, Goerge Clinton, Curtis “50 Cent” Jackson, Bootsy Collins, Jill Scott, Beck, John Legend, maroon 5, The Crystal Method, Roni Size, Ben Harper, The Dave Matthews Band, Björk, Common, e The Roots.

USA Today diz:

“The Godfather of Noyze elevou essa forma de arte.”


Gloria


A banda paulista, formada em 2002, teve dois discos lançados por selos independentes até acumular fãs no país inteiro e fechar contrato com uma grande gravadora. Formada por Mi (Voz), Elliot (Guitarra/voz), Peres (Guitarra), João (Baixo) e Fil (Bateria), o Gloria mistura o peso do metal com um toque melódico, fazendo dessa fusão o diferencial da banda.

Desde 2006, é considerada a maior banda underground do Brasil, fazendo shows praticamente pelo país todo. A banda já chegou a mais de 1 milhão de downloads no site Tramavirtual, onde teve 7 musicas no top 10.

Foi eleita dois anos seguidos como a melhor banda independente pelo site Zonapunk, entre outros prêmios. Com seu terceiro disco, intitulado “Gloria”, a banda entrou na lista dos 20 álbuns mais vendidos do Brasil.


Crashdiet

* http://www.crashdiet.org

ESTILO – HARD ROCK / SLEAZE

INFLUENCIAS – MOTLEY CRUE , KISS , GUNS N ROSES

País de origem : SUECIA

Formação Atual :

SIMON CRUZ – VOCALS
MARTIN SWEET – GUITARRA
PETER LONDON – BAIXO
ERIC YOUNG – BATERIA

DISCOGRAFIA :

- REST IN SLEAZE – 2005
- THE UNATTRACTIVE REVOLUTION – 2007
- GENERATION WILD – 2010

A banda vem fazendo muito sucesso em sua nova tour GENERATION WILD WORLD TOUR , passando por varios países europeus . No próximo dia 7 de Setembro o CRASHDIET estará abrindo o show de OZZY OSBOURNE , em ESTOCOLMO . A banda vira ao Brasil pela segunda vez , tendo se apresentado em 2008 numa apresentação lotada em São Paulo . A banda é considerada por muitos , a maior revelaçao de HARD ROCK dos anos 2000 , sendo comparado a todo instante com o MOTLEY CRUE .


Alain Johannes


* http://alainjohannes.com

Alain Johannes tem nova data para seu lançamento solo, Spark

Álbum será lançado no dia 5 de Outubro pela Rekords Rekords de Joshua Homme

No fim dos seus shows tocando guitarra para Them Crooked Vultures, e agora em turnê na Europa para concluir seu trabalho nos festivais Reading e Leeds, Alain Johannes está se preparando para lançar seu primeiro álbum solo, Spark, que será lançado no dia 5 de outubro.

Com um repertório que inclui o co-fundador da banda Eleven e colaborações de Queens of Stone Ages, The Crooked Vultures, Chris Cornell, Mark Lanegan, Spinnerette (Broody Dalle), e vários outros, Alain Johannes já se estabaleceu como um talento da música. No entanto, Spark é o projeto onde Johannes poderá mostrar seus verdadeiros talentos como compositor, vocalista, produtor e multi-instrumentista, tudo de uma vez só.

O líder da banda Queens of Stone Age e Them Crooked Vultures, Joshua Homme, dono da produtora Rekords Rekords que irá co-lançar Spark com Ipecac Recording, diz, “O disco do Alain incorpora totalmente o que nossa produtora significa, a guerra contra o suporte a músicos medíocres e uma tentativa sem censura de pular de um abismo musical. Spark é um estudo espetacular para descobrir o que fazer quando alguém vai embora, é simplesmente deslumbrante”.

Spark abre com Endless Eyes, uma linda caixa de charutos revirando camadas de riffes extremamente rítmicos. A voz forte de Johannes voa para o topo criando uma mistura mística com um tom do leste americano. A música é uma ode a Natasha Shneider, a falecida mulher de Johannes, e sua parceira criativa. Após sua morte em 2008, Queens of Stone Age organizaram um show em Los Angeles para celebrar sua vida. Johannes compos “Endless Eyes” para esse show, mas a música acabou sendo o que impulsionou Johannes a fazer Spark.

Do começo ao fim do álbum, podemos ver a técnica, precisão, e versatilidade inigualáveis de Johannes, aquilo que o fez um guitarrista extremamente requisitado. Spark também revela que o artista vai além do guitarrista de rock que conhecemos, usando técnicas clássicas, de flamenco e de música Indiana. E mesmo assim consegue amarrar todas as melodias de maneira coesa, com nuances maduras e emocionantes.


Fonte: www.swu.com.br
http://www.swu.com.br/pt/festival/

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