Primeiros discos de Michael Jackson saem no Brasil - veja mais lançamentos

|

Universal relança versões remasterizadas de 'Got to be there' e 'Ben'.
Cantora Demi Lovato aparece roqueira em seu novo 'Here we go again'.

MICHAEL JACKSON - "GOT TO BE THERE" E "BEN"

A estreia solo de Michael Jackson, então adolescente, e o disco que saiu em seguida, no mesmo ano de 1972, pela lendária gravadora Motown, estão sendo relançados agora no Brasil em CDs remasterizados pela Universal. "Got to be there" e "Ben" vão além da função de meros caça-níqueis. Os dois álbuns resgatam a era da inocência na tão conturbada trajetória do rei do pop, morto aos 50 anos. Canções clássicas como "Ain't no sunshine", do mestre Bill Withers, que abre o primeiro disco, foram imortalizadas por sua voz infantil e até hoje são sinônimo do que há de mais autêntico na soul music. Já "Ben", além da faixa-título, traz as ótimas versões de "My girl" e "What goes around comes around", entre outras. (LÍGIA NOGUEIRA)


DEMI LOVATO – "HERE WE GO AGAIN"

Da última leva de estrelas teens da Disney (Jonas Brothers, Hannah Montana, High School Musical), Demi Lovato é seguramente a mais roqueira. Ela não esconde a preferência, seja se apresentando com uma camiseta do AC/DC em São Paulo ou falando sobre heavy metal (já se declarou fã de Dimmu Borgir e Lamb of God, entre outros). Por isso as guitarras altas da faixa-título de seu segundo disco “Here we go again” e o tom épico de “U got nothin’ on me” não são surpresas, mas sinais de uma artista escolhendo seus caminhos. Mas ela também sabe jogar o jogo pop, como em “Every time you lie” e na balada “World of chances” (parceria com o bom garoto John Mayer, de quem também é fã). Ainda assim, esse será por um bom tempo o melhor disco da coleção da sua irmã mais nova. (AMAURI STAMBOROSKI JR.)


LUCAS SANTTANA – “SEM NOSTALGIA”

Desde seu lançamento, já se tornou clichê dizer que o novo álbum do baiano Lucas Santanna “reinventou o violão” – afinal, realmente o fez. Ou pelo menos trabalhou com afinco em esgotar as possibilidades do instrumento, da percussão ao sample, passando pelos dedilhados, acordes abertos e outros artifícios. Do clima Jorge Ben de “Cira, Regina e Nana” às parcerias com Arto Lindsay, como a dark “Night time in the backyard”, “Sem nostalgia” é um disco introspectivo, daqueles que saem após o autor voltar de um exílio, espiritual, físico ou de si mesmo – que em momentos remete a “Transa”, disco de Caetano Veloso de 1972. Para além das listas de melhores do ano em que deve figurar, é um álbum para ser redescoberto ao longo do tempo. (ASJ)


MOBY - "WAIT FOR ME"

Um discurso do cineasta David Lynch ("Twin Peaks") foi o ponto de partida para que o DJ, compositor e multiinstrumentista nova-iorquino Moby começasse a trabalhar em seu nono álbum de estúdio. "Wait for me", como foi intitulado, resgata a melancolia de "Play", um de seus melhores trabalhos. Gravado inteiramente em um estúdio montado em casa e com a colaboração de alguns convidados desconhecidos do mainstream, o disco reúne as melodias sombrias que tornaram o artista famoso há uma década. Um dos pontos altos é "Pale horses", com vocal de Amelia Ziria Brown, mas as 16 faixas funcionam bem quando ouvidas na ordem do álbum. (LN)

0 comentários:

Postar um comentário

 

©2009 Wagner Mix | Template Blue by TNB